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Eddie Hearn, gerente de Tom Aspinall, atraiu escrutínio pela retórica sugerindo um possível crossover para boxe do campeão peso pesado do UFC, com observadores argumentando que a estratégia serve mais ao perfil de Hearn do que aos interesses de Aspinall. Com 33 anos e zero defesas de título, além de uma reputação diminuída como finalizador após sua performance contra Serghei Spivac, Aspinall tem pouca alavancagem para negociar salários mais altos ou um recesso temporário para boxe sem risco de ser afastado durante os anos de pico de seu contrato. A preocupação é que a postura pública possa levar a um impasse prolongado com a gestão do UFC em vez de qualquer benefício tangível para a carreira.
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