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Carlos Ulberg rejeitou firmemente a afirmação de Jiri Prochazka de que mostrou misericórdia durante sua luta, afirmando que não havia compaixão envolvida. Ulberg argumentou que o que impulsionou Prochazka foi medo e indecisão, não misericórdia, e o acusou de atuar para o público. Ele sugeriu que Prochazka sabe que está fingindo e que a narrativa de misericórdia é uma desculpa para garantir uma revanche. Ulberg declarou que não há chance de uma revanche e previu que Magomed Ankalaev dominará Prochazka. Ele enfatizou que a diferença entre um campeão e alguém atuando para a plateia está precisamente neste comportamento.
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