Um artigo de comentário detalhado argumenta que as coletivas de imprensa do UFC completamente superaram sua utilidade com base em eventos recentes. O autor sustenta que coletivas de imprensa originalmente serviam a dois propósitos: fornecer respostas substanciais a perguntas significativas e revelar as emoções dos lutadores acumuladas durante o acampamento de treinamento. De acordo com a análise, o primeiro propósito não foi atendido há muitos anos, pois perguntas perspicazes e respostas significativas fora do padrão não são mais ouvidas. Enquanto emoções ocasionalmente emergem—como fizeram recentemente—isso acontece apenas uma vez a cada dois ou três anos. A peça sugere que coletivas de imprensa devem ser realizadas apenas com essa mesma frequência rara e apenas quando os participantes estão dispostos a criar alguma forma de confronto estilo roast. O autor observa que os dias recentes provaram que você pode reunir qualquer pessoa e sentá-los em uma mesa, mas sem conflito ao vivo e nervos expostos, se torna um evento por bem do evento que passa e é instantaneamente esquecido. O comentário também abordou o comportamento de Josh Hawkit, reconhecendo-o como constrangedor, mas apontando que ele foi o elemento mais memorável da coletiva. As apresentações de poesia de Hawkit, reações de lutadores como Derrick Lewis, Alex Pereira e Ilia Topuria, a pequena briga que provocou, e sua remoção da sala (que essencialmente forçou Dana White a encerrar e passar para confrontos face a face) dominaram o evento. O autor concluiu que embora Hawkit entregue constrangimento, pelo menos ele é memorável—uma qualidade agora valiosa no UFC.
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Comentário sugere que coletivas de imprensa do UFC se tornaram obsoletas
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