
O contendor dos pesos-pesados Josh Hokit mapeou sua estrada para o ouro do UFC, e ela começa com Tom Aspinall sendo cortado do elenco. Hokit delineou publicamente suas ambições e os passos que ele acredita que precisam acontecer para que ele alcance o nível de campeonato.
Josh Hokit colocou os olhos no ouro do UFC dos pesos-pesados — e ele acredita que o caminho para lá passa direto por Tom Aspinall ser removido do elenco inteiramente.

O Hokit, de 28 anos, apelidado de "The Incredible Hok", tem um recorde profissional perfeito de 5-0-0 e está deixando claro que tem ambições de campeonato apesar de ainda estar no início de sua carreira no UFC. Seu desafio público toma um ângulo pouco convencional: em vez de simplesmente pedir uma luta com o campeão, Hokit delineou um cenário em que Aspinall precisa ser cortado antes de ele poder perseguir o título.
No centro de suas atenções está o campeão reinante dos pesos-pesados do UFC Tom Aspinall, que aos 33 anos construiu um dos currículos mais impressionantes da divisão. O inglês da Team Kaobon tem um recorde de 15-3-0 e atualmente ocupa a sexta posição no ranking libra-por-libra. Seus números são impressionantes — desferindo 7,63 golpes significativos por minuto com taxa de precisão de 67%, enquanto também tem uma média de 2,62 quedas a cada 15 minutos e 1,3 tentativas de finalização por 15 minutos. Com 1,96m de altura e 1,98m de envergadura, Aspinall apresenta um desafio completo e fisicamente impressionante para qualquer um na divisão dos pesos-pesados.

Por que importa
- O recorde invicto de Hokit o coloca no radar, mas a lacuna em experiência entre um lutador 5-0 e um campeão do calibre de Aspinall é significativa
- O ranking libra-por-libra de Aspinall e seu perfil estatístico dominante o tornam um dos pesos-pesados mais perigosos da história do UFC
- O desafio atrai atenção para Hokit diante do que promete ser um período importante de lutas necessárias para legitimar suas credenciais de título
- Se Hokit continuar vencendo, as implicações divisonais desta declaração pública apenas ficarão mais altas














